Celina Alves Terapeuta

Celina Alves - Terapeuta Especialista em Reprocessamento Generativo

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O que é síndrome do impostor e por que me sinto uma fraude?

Mesmo sendo competente, estudando, se dedicando e entregando resultados, muitas pessoas convivem com uma sensação silenciosa: a de que não são boas o suficiente e que, a qualquer momento, alguém vai “descobrir” isso.

Esse sentimento tem nome: síndrome do impostor.

Ela não significa falta de capacidade. Significa um conflito interno entre quem você é de verdade e a forma como aprendeu a se enxergar.

Como a síndrome do impostor se manifesta na prática?

Ela costuma aparecer em pensamentos como:

  • “Eu só dei sorte”
  • “Logo vão perceber que eu não sei tudo isso”
  • “Outras pessoas são muito melhores do que eu”
  • “Não mereço estar onde estou”

Externamente, a pessoa funciona. Por dentro, vive em alerta constante, ansiedade e autocobrança excessiva.

Por que isso acontece?

Na maioria dos casos, a síndrome do impostor tem raízes emocionais antigas, como:

  • infância marcada por críticas ou comparações
  • necessidade de aprovação para se sentir aceita
  • ambientes onde errar não era permitido
  • amor condicionado ao desempenho

O cérebro aprende a associar valor pessoal com perfeição. E qualquer falha passa a ser vista como prova de incapacidade.

A síndrome do impostor é um transtorno?

Não. Mas ela impacta profundamente a saúde emocional.

Pode gerar:

  • ansiedade constante
  • medo de se expor
  • procrastinação
  • dificuldade em crescer profissionalmente
  • sensação de estar sempre devendo algo

Muitas pessoas desistem antes mesmo de tentar, não por falta de talento, mas por não se sentirem merecedoras.

É possível sair desse padrão?

Sim. Mas não apenas com frases prontas ou pensamento positivo.

Quando a origem é emocional, é preciso reprocessar as experiências que ensinaram você a se diminuir, mesmo sendo capaz.

Quando isso acontece, a sensação de fraude começa a perder força, e a pessoa passa a ocupar o próprio lugar com mais segurança e verdade.

Sentir-se impostora não define quem você é.
Apenas revela histórias internas que ainda precisam ser acolhidas.

Para quem busca Terapia TRG em Santo André, o atendimento presencial pode fazer diferença.

Com carinho,

Celina Alves – Terapeuta TRG

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